Sentir o mar balançar dentro de si é a percepção da própria força.
E é somente quando os medos saem de cena (como se isso fosse fácil, exige muita elaboração) é que se consegue enxergar outros caminhos.
Toda marca deixada pela dor é um guia, um mapa para um reencontro com o amor e a beleza de existir.